Frederico Vasconcelos

Interesse Público

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Repórter especial, trabalha na Folha desde 1985. No blog, reúne textos investigativos, aborda gastos públicos, política nacional e judiciário.

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No STF, cerimônia sem “deslocamento lateral”

Por Frederico Vasconcelos

Aos que imaginam a posse de presidente do Supremo Tribunal Federal como um ato simples e burocrático, pois se trata de transmissão previsível, a cada dois anos, em sistema de rodízio, recomenda-se conhecer os preparativos para a cobertura jornalística da solenidade do próximo dia 19, quando os ministros Ayres Britto e Joaquim Barbosa assumirão, respectivamente, a presidência e a vice-presidência do STF e do CNJ.

Segundo informa a assessoria de imprensa do STF, são esperados 1.500 convidados. Como os lugares dentro do Plenário são limitados, diversos telões serão instalados na sede do Supremo.

Os jornalistas escalados para fazer a cobertura deverão solicitar credenciamento ao STF, preencher formulário, acompanhado de ofício em papel timbrado da empresa solicitante, com cópia xerográfica do contrato de trabalho com a empresa e do registro profissional (ambos constantes na carteira profissional).

Credenciais emitidas por outros órgãos do Legislativo, Executivo ou mesmo do Judiciário não serão aceitas para a cobertura do evento (com exceção das credenciais do Palácio do Planalto…).

As credenciais para a posse só valerão para essa solenidade, “conforme regras estabelecidas pelo setor de segurança da Corte”.

A cerimônia será transmitida ao vivo pela TV Justiça (que terá a exclusividade na geração das imagens) e pela Rádio Justiça, inclusive pela Internet.

As equipes de TV não terão acesso ao plenário. Os repórteres fotográficos deverão chegar com 30 minutos de antecedência do início da solenidade.

As câmeras deverão ser posicionadas exclusivamente em tablado montado de frente para a bancada dos ministros, “não sendo permitido qualquer deslocamento lateral durante a cerimônia”.

Os demais profissionais de imprensa não poderão ter acesso ao plenário, mas poderão utilizar espaço de apoio à imprensa, que será montado na área externa do Edifício Sede para assegurar a cobertura jornalística de todos os veículos.

De acordo com normas internas do Tribunal, a entrada no Plenário requer o uso de terno e gravata, para homens, e vestidos, tailleurs, ou ternos (calça e blazer de manga comprida —grifo nosso), para mulheres.

Finalmente, as instruções determinam que “é proibida a entrada de pessoas calçando tênis e sandálias rasteiras, ou trajando roupas em tecido jeans”.

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