Demora na indicação para o STF é exceção

Por Frederico Vasconcelos

Reportagem de Cristine Prestes, no jornal “Valor Econômico” desta quarta-feira (26/9) revela que a celeridade na indicação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) é a regra – e não a exceção.

É o que mostra pesquisa sobre o intervalo de tempo transcorrido entre a abertura de vagas na Corte e a indicação de nomes pelos últimos quatro presidentes da República do país.

O intervalo de prazo entre a indicação dos últimos 15 ministros da Suprema Corte brasileira e a realização de suas sabatinas no Senado Federal não ultrapassou 28 dias – um deles, o ex-ministro Maurício Corrêa, que sucedeu a Paulo Brossard, foi sabatinado no dia seguinte à sua indicação.

O levantamento demonstra que a demora nas indicações de Rosa Weber e Luiz Fux foi exceção.