Frederico Vasconcelos

Interesse Público

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Repórter especial, trabalha na Folha desde 1985. No blog, reúne textos investigativos, aborda gastos públicos, política nacional e judiciário.

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Juíza escreve sobre mudanças nas famílias

Por Frederico Vasconcelos

Na próxima quarta-feira (12/12), Andréa Pachá, juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, fará o lançamento em São Paulo de seu livro “A Vida não é Justa”, editado pela Agir (*).

A obra reúne em forma de crônicas histórias observadas a partir de sua experiência em mais de 15 anos à frente de varas de família.

Segundo a divulgação da editora, “o livro foge da ótica do ‘juridiquês’ sem deixar de lado as impressões de Andréa sobre as atuais mudanças em nossa sociedade e, consequentemente, na justiça brasileira”.

“Casos de guarda compartilhada em novas famílias, aborto e até mesmo divórcios por conta de traições virtuais − impensáveis há alguns anos − são retratados pela autora.

O jornalista Zuenir Ventura assina o texto de orelha do livro:

Com o material recolhido, Andréa poderia ter escrito um tratado de Direito, um manual de Psicologia ou um guia de autoajuda comportamental. Ainda bem que preferiu escrever um livro de crônicas. Sabia-se pelo currículo e a opinião de seus pares que Andréa era uma atuante magistrada. O que nem todos sabiam, e vocês vão comprovar lendo “A vida não é justa”, é que Andréa é também uma sensível cronista, capaz de descrever o que se passa dentro dos personagens, mais do que em volta, e em cujos textos a realidade é tratada como se fosse ficção, misturando riso e pranto, desalento, esperança e um discreto humor.

Andréa foi Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), responsável pela criação do Cadastro Nacional de Adoção, pela Comissão de Conciliação e Acesso  à Justiça e pela implantação das Varas de Violência contra a mulher em todo o país.

Presidiu em 2008 e 2009 duas jornadas sobre a Lei Maria da Penha, com objetivo de discutir aspectos doutrinários e traçar políticas para especialização das Varas. Foi vice-presidente de Comunicação da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e integrou a equipe que produziu a Cartilha sobre as novas regras para a adoção.

Ela coordenou a campanha pela Simplificação da Linguagem Jurídica, publicando uma cartilha para entender o juridiquês. Andréa também é convidada para dar palestras sobre casos de violência doméstica e tráfico de mulheres. Foi produtora de teatro e trabalhou com Amir Haddad, Aderbal-Freire Filho, Luis Arthur Nunes e Rubens Correa.

Serviço:

Data: 12/12, às 18h30

Local: Livraria da Vila – Shopping Pátio Higienópolis (Avenida Higienópolis, 618 – São Paulo)

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