TJ-SP: Órgão Especial homenageia Sartori

A seguir, algumas manifestações de membros do Tribunal de Justiça de São Paulo durante a última sessão do Órgão Especial, nesta quarta-feira (11/12), com elogios à gestão do desembargador Ivan Sartori, segundo informa a Assessoria de Comunicação do tribunal:

 

Paulo Dimas de Bellis Mascaretti: “A história do Tribunal será marcada pelo antes e o depois de Vossa Excelência”.

Carlos Eduardo Cauduro Padin:“O senhor deu esperança aos desembargadores, juízes e servidores”.

Roberto Mac Cracken: “Foi uma oportunidade única trabalhar com Vossa Excelência.”

José Gaspar Gonzaga Franceschini: “Foram dois anos muito felizes. Tentei acompanhar os passos do presidente, literalmente falando. Tivemos um Conselho de altíssimo nível. Sou privilegiado por ter participado desta gestão.”

Hamilton Elliot Akel: [Sartori é um homem de] “espírito inovador, bom senso, que fez uma excelente gestão”.

José Renato Nalini: “Reconheço sua ousadia, sua vontade de mudar os rumos do Tribunal de Justiça de São Paulo, que tem problemas compatíveis ao seu tamanho. Todos estamos empenhados em fazer com que sua gestão tenha continuidade”.

Ivan Sartori [agradecendo]:  “Vale a pena todo o trabalho, as noites mal dormidas, quando se vê o reconhecimento de nossos pares. Saio com a consciência tranquila do dever cumprido.”

Comentários

  1. Sartori fez uma gestão que mesmo na iniciativa privada é incomum em termos de eficiência, dedicação e compromisso.
    O TJSP deu um salto de qualidade em sua gestão.
    Exatamente por isto foi perseguido duramente por aqueles que se beneficiam de um Judiciário enfraquecido e que pretendem esteja de joelhos para seus interesses obscuros.

  2. Depois de tudo passado, certamente o Dr. Ivan deve estar se perguntando se valeu a pena macular uma biografia com a tentativa de mudar as regras para reeleger-se Presidente do TJSP.
    Houvesse se limitado a cumprir a sua jornada, hoje, certamente, não estaria sendo lembrado como o Presidente que tentou mudar as regras para reeleger-se (lembrando que foi porque lhe pediram que tentasse a reeleição, não que ele tenha tomado a iniciativa pensando só em sí)

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