Frederico Vasconcelos

Interesse Público

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Repórter especial, trabalha na Folha desde 1985. No blog, reúne textos investigativos, aborda gastos públicos, política nacional e judiciário.

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Meta do CNJ e pontos fora da curva

Por Frederico Vasconcelos

Gilberto Valente Martins
Reportagem da Folha, publicada nesta quarta-feira (1/1),  revela que até o final de 2013 os tribunais estaduais julgaram apenas 40% das ações de improbidade e 52% dos processos criminais definidos na meta do Conselho Nacional de Justiça para combater a corrupção.

O levantamento dos repórteres David Lucena e Ítalo Nogueira, com base em relatório do CNJ, mostra que o pior desempenho ficou com o Tribunal de Justiça da Bahia.

A Corte baiana foi alvo de julgamentos recentes do CNJ, que afastou cautelarmente o presidente Mário Alberto Hirs e a ex-presidente Telma Laura Britto, além de manter investigações sobre outros magistrados.

Segundo a reportagem, o que mais preocupa o conselheiro Gilberto Valente Martins, responsável pelo monitoramento da meta, foram os tribunais que se aproximaram do resultado desejado pelo CNJ.

“O CNJ recebeu relatos de juízes que extinguiram ações para atingir mais rapidamente a meta. Acusados ficam sem punição”, revela o texto.

 

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