“Filhotismo” em xeque no CNJ

Por Frederico Vasconcelos

A velha prática de advogados atuarem nas Cortes em que seus pais são magistrados –-popularmente conhecida como “filhotismo”, expediente que motivou recente reportagem na Folha (*)-– foi proibida pelo novo Código de Processo Civil (CPC) e está sendo contestada pela primeira vez no Conselho Nacional de Justiça.

Uma parte que está processando um plano de saúde representou contra a juíza responsável pelo caso, sob a alegação de que a filha da magistrada foi contratada pelo escritório que defende a empresa.

A representação virou Reclamação Disciplinar e está tramitando na Corregedoria Nacional de Justiça.

 

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(*) http://blogdofred.blogfolha.uol.com.br/2016/04/28/dez-ministros-do-superior-tribunal-de-justica-tem-parentes-que-advogam-em-processos-na-corte/