Joaquim no país dos rapapés
A seguir, dois trechos de reportagens na revista “Veja” sobre a aposentadoria do ministro Joaquim Barbosa e do custo pessoal para o relator da ação penal do mensalão, que teve a coragem de romper com “rapapés aristocráticos”, conforme expressão do antropólogo Roberto DaMatta.
“O ministro também partiu para um duelo aberto com os maiores criminalistas do país. Recusou-se a recebê-los para conversas informais. Parece irrelevante, mas não é. Não são poucos os magistrados que fazem questão de agradar aos grandes nomes da advocacia nacional, mesmo que por meio de pequenos gestos”.
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“A renúncia de nenhum outro membro do Supremo foi literalmente festejada por advogados e juízes Brasil afora, que por ele nutrem um desabrido ódio corporativo”.