Quando a emenda não é pior que o soneto

Do editorial da Folha, nesta quarta-feira (14/3), sob o título “Desequilíbrio perene”, sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal ao declarar inconstitucional a medida provisória que criara o Instituto Chico Mendes:

Pode-se criticar o STF pela primeira decisão, nunca pela segunda (melhor emendar-se que persistir no erro). E, menos ainda, por pretender sanar uma contínua afronta à Constituição pelo Congresso.

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