Dúvidas sobre uma interceptação incerta

Sob o título “Coincidência”, o jornalista Elio Gaspari publicou a seguinte nota em sua coluna dominical (25/3):

Em agosto de 2009, o senador Demóstenes Torres denunciou espetacularmente que alguém gravara uma conversa sua com o presidente do Supremo, Gilmar Mendes. À época, a Polícia Federal, com autorização judicial, ouvia-o falando com o contraventor Carlinhos Cachoeira. Agora o repórter Jailton de Carvalho revelou que Demóstenes pediu-lhe que pagasse seu táxi aéreo (R$ 3.000). O grampo da PF está num relatório oficial, o da conversa com Gilmar Mendes jamais apareceu.

Comentários

  1. Engraçado o Elio Gaspari dizer isso (que o grampo do Gilmar nunca apareceu), pois o jornal onde ele trabalha deu como certa e irrefutável a existência do grampo, à época – assim como toda a mídia…

  2. Olá! Caros Comentaristas! E, Fred! O que faz um senador brasileiro com um telefone requintado dos EUA. Que negócios poderiam estar influenciando as comunicações? Que objetivos em votações poderiam estar acontecendo em casos internacionais? Vez que esse telefone possui sofisticação anti-grampo? Esse nosso senador, é do BRASIL ou atende interesses norte-americanos contra o BRASIL? O artº 37º da CF/88 fala em IMPROBIDADE.
    Como venho afirmando a ficha limpa é pano de fundo para um escape! Ficha limpa, inconstitucional.
    OPINIÃO!

  3. À época da notícia sobre a dita interceptação,cuja gravação jamais foi exibida, comentava-se, entre profissionais afeitos ao direito penal, que a notícia mais parecia atitude de alguém prevenindo-se contra algo que receava.

    Mas como no Brasil as coisas mudam de nome para mudar a sua natureza, seria uma coincidência…

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