Agenda do TJ-SP com Sartori e opinião pública

Do editorial da Folha neste sábado (21/4), sob o título “Primeiros passos”, que trata da recente decisão do Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo, que acompanhou o voto do presidente da Corte, Ivan Sartori, em relação aos pagamentos antecipados a cinco desembargadores:

(…)

A suspensão dos pagamentos restantes -os cinco desembargadores ainda são credores, ao todo, de quase R$ 1 milhão- é, na prática, o primeiro resultado da refrega entre o TJ e o CNJ. Foi apenas a partir da inspeção iniciada pelo conselho em dezembro que a sociedade pôde conhecer os privilégios de que alguns magistrados se julgavam merecedores.

A pressão da opinião pública surtiu efeito. Sintoma disso é o fato de que, entre os 25 desembargadores que compõem o Órgão Especial, alguns tenham deixado transparecer certo pesar pela adoção de medidas contra seus pares. Ao final, porém, prevaleceu a sensatez de reconhecer que o TJ não poderia deixar de dar alguma resposta aceitável à sociedade.

Comentários

  1. É curioso mas, na mesma sessão em que decidiram pela suspensão de tais pagamentos, também decidiram favoravelmente ao pagamento de “auxílio alimentação” retroativo a todos os magistrados.
    _ Seria a política do tirar com uma mão e conceder com a outra?

  2. Olá! Caros Comentaristas! E, Fred! A notícia da FOLHA está ERRADA e induz de maneira ERRADA o leitor. Precisam caprichar mais. Afinal, a Folha, ainda é o jornal mais democrático, menos rançoso e menos reacionário. A critica NÃO está em investigar e sim, na maneira de investigar. Se, “COM” autorização judicial tudo OK! Se, “SEM” autorização como foi é ilegal e inconstitucional. Nem a FOLHA conseguirá apagar a ditadura da resolução ILEGAL do cnj. Somente sua extirpação! OPINIÃO!

  3. Fred, gostariamos de saber quanto o Ministro Cesar Peluso e Lewandovisk receberam de atrasados do TJSP? Por favor ponha a informação como maior transparencia sobre esses dois ministros. Porque as suas condutas diante da Eliana Calmom, não foram nada democráticas. Contudo, graças a ela, com as suas intervenções, quase que atropeladas, que essa lama veio a público.

  4. É… Risível essa de ” transparecer certo pesar “!? Aliás, se não fosse a Eminente Eliana Calmon não teria vazado sequer uma vírgula dos ” atrasadinhos ” a que fazem jus a ” casta “… PÊSAMES SOMOS NÓS QUE DEVERÍAMOS RECEBER PELAS ULTIMAS NOTICIAS, NADA ALVISSAREIRAS ACERCA DA CONDUTA DE ALGUNS DESEMBARGADORES EM TODO PAÍS…

    1. Não podemos nos esquecer que verbas trabalhistas todos temos, até na iniciativa privada. Basta sair da empresa, que lá vem reclamação trabalhista!
      Ademais, a própria Minª Eliana Calmon recebeu mais de 400 mil reais de atrasados; não só Peluso e Lewandowisky.
      Sejamos mais isentos!

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