Joaquim no STF e Joaquim no CNJ

Do editorial da Folha, nesta sexta-feira (23/11), sob o título “Nova fase no STF”, em que afirma que a posse de Joaquim Barbosa na presidência do Supremo Tribunal Federal convida a esforço de pacificação de ânimos exaltados na corte:

Há muito espaço, todavia, para que a combatividade do novo presidente do STF se exerça na administração da Justiça.

O corporativismo da magistratura e as práticas de nepotismo e privilégio que sobrevivem no Judiciário não convidam à vênia e à brandura. Com um mínimo de habilidade política, é provável que Barbosa se afirme como a pessoa indicada para avançar sua erradicação.

Comentários

  1. -Os escândalos que tem varado os noticiários envolvendo agentes públicos, principalmente nos Governos Federal e Estaduais são escabrosos, preocupantes, uma verdadeira areia movediça. No pano de fundo o STF está julgando condutas de pessoas desvirtuadas, de cabelos brancos, que utilizaram ss cargos em beneficio próprio e até nomeando peças para esquemas corruptos, esquecendo-se da Nação. Daí a INTEGRIDADE e a IDONEIDADE, de um HOMEM na Suprema Corte do Pais Sr. Min.do STF –Joaquim Barbosa e Pres. Do Cons.Nac.de Justiça-CNJ tornar-se um fenomino.Infelizmente, ele não pode, sozinho, ser o Salvador da Pátria. E deve estar incomando muita gente.

  2. É possível conseguir avanços na direção de um Judiciário mais igual. Para isso será preciso desarmar arapucas administrativas e limpar o campo minado cultivado desde muito tempo. Temo que todo o tempo que ele tenha, gaste com estas tarefas minuciosas e delicadas. Porém, mais que todos nós, ele teve a oportunidade de conhecer e reconhecer os maiores problemas deste poder. Dou crédito a ele.

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